Enquanto há tempo

Por Rafael Marques Milhomens Tzu

Tive o prazo de duas semanas para escrever sobre a grandeza daqueles que agem. Isto é, os que dedicam-se ao que lhes parece importante sem temer o presente e, não raro, contribuem para o futuro com seus atos.

Tenho agora cinco minutos, sequer pesquisei, o que escrever em tão pouco tempo? Preciso de um bom exemplo; introduzir o tema. Penso no primitivo que ao friccionar gravetos deu luz à realidade que conhecemos. Ele não esteve passivo frente ao risco de morrer de frio. Resistiu, acreditou em sua ideia e a executou da maneira que lhe era possível, sobreviveu ao deadline. Ou talvez em Frodo Bolseiro, que assumindo a responsabilidade de proteger o anel salvou toda a Terra media das forças de Saruman, o branco. Também me pergunto o que seria da fotografia sem a existência de Daguerre…

Já não me resta tempo, não encontro exemplos melhores, resta esta crônica e a ironia da lição que aprendi.

 

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