Poder das redes sociais na cobertura presidencial

Por Pedro Canguçu

A escolha para o sucessor de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos em 8 de novembro de 2016 não marca somente a polêmica entre os candidatos democrata Hillary Clinton e republicano Donald Trump, mas também como é feita a cobertura jornalística. Pela primeira vez na história das eleições norte-americanas, Facebook e Twitter tomam o lugar dos programas de horário nobre das grandes emissoras, as redes de televisão ABC News e Band News.

Por meio da função live do Facebook e do aplicativo Periscope, do Twitter, jornalistas conseguem captar todas as informações ao vivo, sem necessitar de equipamentos pesados; basta celular. O protagonismo das redes sociais facilitou para muitos correspondentes, sendo que muitas reportagens são feitas pelo próprio estúdio do Facebook. Por meio delas, jornalistas deixam de ser protagonistas nas informações para o público, que participa cada vez mais através de comentários, curtidas, vídeos amadores e zoações.

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Perto das eleições, Hillary Clinton abre quatro pontos de vantagem sobre Trump, que se declara vencedor criticou as propostas comerciais da democrata, como mostra o G1. Há muitas campanhas contra o republicano, em especial do atual Presidente Barack Obama. O jornal O povo noticiou que atores de Hollywood, como Scarlett Johansson e Robert Downey Jr., são contrários a Trump. Ademais, séries e desenhos, como Os Simpsons, zombam de Trump e “declaram” voto em Hillary, segundo o G1.

De acordo com o jornal O Globo, votar em Donald Trump para presidente é combinação de ignorância, demagogia, egocentrismo e revanchismo. Além disso, levaria os EUA a uma catástrofe nacional. Observa-se, ainda, acusações relacionadas ao candidato, o que diminui cada vez mais a popularidade dele

Sabe-se que, durante o período eleitoral, há muito dinheiro envolvido. O site 2016 Presidencial Race afirma que eles receberam mais de um bilhão de dólares em doações para fazerem brilhantes, dóceis e lindas propagandas, as quais omitiam defeitos deles. Os principais objetivos são mostrar ao público ações a serem tomadas no governo e ampliar os pontos positivos dos candidatos. Entretanto, o público ainda é muito influenciado pela mídia.

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